"E Deus não fará justiça aos seus escolhidos, que clamam a ele de dia e de noite, ainda que tardio para com eles?" (Lucas 18:7).
Jesus. O Filho do homem cujo fora responsável em cumprir toda a ordenança feita na “lei de Moisés”. Segundo muitos, o responsável por nos deixar livres do aio da lei. De fato, Cristo nos “resgatou da maldição da lei” (Gálatas 3:13) e nos fez livres, assim, para muitos, hoje, Deus nos deixa apenas duas leis:
“Amarás o Senhor teu Deus de todo o teu coração, e de toda a tua alma, e de todo o teu pensamento. Este é o primeiro e grande mandamento. E o segundo, semelhante a este, é: Amarás o teu próximo como a ti mesmo” (Mateus 22:37-39).
Talvez você já deve ter ouvido isto, acompanhado da seguinte dissertação: “Estamos no tempo da graça, a lei vigorou até Cristo, e Este a cravou na cruz, assim, devemos apenas guardar estes dois mandamentos”!
Está errado este pensamento? Obviamente que não! Apenas a forma que ele é colocado.
Cristo de maneira alguma anulou a lei com a Sua morte, Ele veio trazer o significado "porque o fim da lei é Cristo para justiça de todo aquele que crê" (Romanos 10:4). A palavra grega utilizada para definir fim é “telos” que significa propósito, então, podemos dizer que “o propósito da lei é Cristo para justiça de todo aquele que crê", ou seja, a lei apenas nos ajuda a conhecer o pecado e nos apontar para Cristo, pois, sem Ele, não somos justificados.
"Por isso nenhuma carne será justificada diante Dele pelas obras da lei, porque pela lei vem o conhecimento do pecado" (Romanos 3:20).
Desta forma, se sua igreja coloca que a lei foi encerrada. Que literalmente não se deve conhecer e amar a vontade de Deus expressa em Sua palavra, prepare-se para ter uma triste notícia: SUA IGREJA PREGA QUE PECAR É CORRETO!
Porquê?
Se devemos apenas amar a Deus e ao próximo, dar falso testemunho não é errado. Porquê? Como muitos dizem: “Foi apenas uma mentira branca, para ele não ficar triste ou magoado”.
O adultério também não é errado, pois Cristo cravou a lei na cruz, certo?
Sendo assim, a relação homossexual é correta, sendo que é apenas uma demonstração de amor, pois Deus é amor!
O adultério também não é errado, pois Cristo cravou a lei na cruz, certo?
Sendo assim, a relação homossexual é correta, sendo que é apenas uma demonstração de amor, pois Deus é amor!
Você acha que isto está certo?
Se sua igreja prega que Cristo cravou Sua lei na cruz, saiba que você não precisa dizimar, pois o dízimo também está na lei.Mas então, alguém pode te falar: “Mas a lei que foi abolida é a lei de Moisés”!!!
Então veja as consequências:
O local onde diz que a prática homossexual não é aprovada por Deus está em Levítico, obviamente escrito por Moisés, que significa Livro das Leis."Quando também um homem se deitar com outro homem, como com mulher, ambos fizeram abominação; certamente morrerão; o seu sangue será sobre eles" (Lv 20:13).
Assim, após disse o profeta: "O aspecto do seu rosto testifica contra eles; e publicam os seus pecados, como Sodoma; não os dissimulam. Ai da sua alma! Porque fazem mal a si mesmos" (Is 3:9).
E após a morte de Jesus, citou Paulo: "E, semelhantemente, também os homens, deixando o uso natural da mulher, se inflamaram em sua sensualidade uns para com os outros, homens com homens, cometendo torpeza e recebendo em si mesmos a recompensa que convinha ao seu erro" (Rm 1:27).
Leitor, cuidado.
Não abandone o princípio da palavra de Deus, pois Sua palavra é Lei e todas suas orientação são “divinamente inspirada, e proveitosa para ensinar, para redargüir, para corrigir, para instruir em justiça” (2 Timóteo 3:16).
Lembre-se que, após Jesus falar os dois mandamentos mais importantes Ele continuou: “Destes dois mandamentos dependem toda a lei e os profetas" (Mateus 22:40).
Ou seja, se você ama a Deus, você não terá outros deuses nem imagens de escultura, e se ama o próximo, não dará falso testemunho, nem roubará, pois estes dois mandamentos resumem a lei, diferente de dizer que são apenas estes.
E até mesmo, um escriba, pode compreender que Cristo desejou mostrar que o amor é o princípio da lei de Deus e não os rituais.
E até mesmo, um escriba, pode compreender que Cristo desejou mostrar que o amor é o princípio da lei de Deus e não os rituais.
"E o escriba lhe disse: Muito bem, Mestre, e com verdade disseste que há um só Deus, e que não há outro além dele; E que amá-lo de todo o coração, e de todo o entendimento, e de toda a alma, e de todas as forças, e amar o próximo como a si mesmo, é mais do que todos os holocaustos e sacrifícios" (Marcos 12:32-33).
"Porque eu quero a misericórdia, e não o sacrifício; e o conhecimento de Deus, mais do que os holocaustos" (Oséias 6:6).








